Chama-se a dor, e quando passa, enluta
e todo mundo que por ela passa
há de beber da cicuta
e há de beber até o fim da taça!
Há de beber, enxuto o olhar, enxuta a face,
e o travo há de sentir, e a ameaça
amarga desta desgraçada fruta
que é a fruta amargosa da desgraça!
E quando o mundo todo paralisa
e quando a multidão agoniza,
ela, inda altiva, ela, inda o olhar sereno
De agonizar multidão rodeada,
derrama em cada boca envenenada
mais uma gota do fatal veneno!
terça-feira, 25 de agosto de 2009
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